Esta é uma coleção de perguntas e respostas relacionadas ao Scriba, oriundas do serviço de suporte. Aqui você poderá resolver suas dúvidas e conhecer detalhes técnicos sobre diversos aspectos do sistema.
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As dúvidas técnicas de usuários licenciados devem ser acompanhadas de uma breve explicação do contexto, incluindo, se for o caso, a janela e o botão ou ação executada. Anexe também o documento de avaliação estrutural gerado pelo sistema.
É possível
usar o Scriba somente para a captura de imagens?
Posso ter
minhas próprias frases-padrão?
O que quer
dizer ‘tópicos agrupados’ ou ‘análise estruturada’?
Posso ter um
banco de imagens separado?
Quantas
imagens posso guardar?
Quero usar
uma tabela de valores normais com a qual estou mais acostumado. Isso é
possível?
Algumas
vezes, por erro de digitação, um valor fica totalmente fora. Como posso evitar
isso?
Como faço
para alinhar os valores normais pela superfície corpórea?
Existe uma
comparação de custos entre impressão em vídeo-printer e impressoras a jato de
tinta?
Como posso
garantir que meus custos não excedam os valores recebidos?
Gostaria de
saber se o Scriba reduz os custos operacionais.
Como faço
para listar (imprimir) os exames que fiz no dia?
O uso do
Scriba reduz o tempo do ciclo: preparo/execução/impressão/montagem de
relatórios?
Preciso ter
um equipamento compatível com DICOM para capturar as imagens?
Como faço
para definir um serviço como padrão?
Qual a
diferença entre VHS e Super VHS?
Quais os
fatores que interferem na resolução da impressão?
Preciso ter
o microcomputador ao lado do aparelho para acionamento de vídeo-captura?
R: Sim, apesar de ser um desperdício das inúmeras
ferramentas disponíveis para arquivamento de pacientes, exames, etc.
R: Sim. O sistema permite o registro de infinitas
frases-padrão organizadas em tópicos. As frases são identificadas por um código
numérico e ficam associadas ao contexto para o qual foram criadas.
R: Para todo tipo de interpretação de eventos
científicos, assim como nos exames médicos, existe uma padronização, mesmo que
flexível, de uma seqüência de itens a serem observados e descritos. Estes itens
podem ser organizados de várias formas e, em geral, seguem a rotina lógica do
procedimento realizado pelo examinador. No Scriba estes itens são enumerados em
tópicos, os quais podem ser agrupados e ordenados segundo a rotina do usuário e
as características do tópico.
Os tópicos podem ser compostos por: números
coletados, fórmulas ou textos.
O agrupamento dos tópicos resulta em: tabelas de números
coletados, tabelas de valores derivados (das fórmulas), lista de pequenas
observações (frases-padrão) e memorandos - textos compostos de frases-padrão
organizadas em tópicos.
R: Sim. O Scriba tem um arquivo de imagens
identificadas por um número seqüencial, além da data/hora/minuto/segundo da
captura. Um texto pode ser digitado e ficar vinculado a imagem.
R: Mais de 32 milhões de imagens no arquivo de
imagens desvinculadas de exames ou mais de 32 mil imagens vinculadas a um
exame. No próprio banco o limite é de 2 GB (conteúdo geral: textos, códigos
etc.), porém pode-se ir criando arquivos fisicamente separados, por exemplo, em
CDs. O Scriba mantém um apontador para localização das imagens de determinado
laudo.
R: Sim. O Scriba foi desenvolvido pensando também em
médicos que trabalham em vários serviços, cada qual com suas peculiaridades.
Não só o número de cópias com ou sem imagens, mas também o formato de impressão
(família de letras, cores, bordas), etiquetas, capa de identificação, etc.
R: Na primeira vez que for
imprimir o laudo em determinado serviço, você deve proceder à instalação dos
drivers das impressoras daquele serviço em seu computador, conforme orientação
de cada fabricante. Depois basta, na janela de impressão, designar as
impressoras. Uma para os documentos textuais (relatório, atestados etc.), outra
para etiquetas (se houver) e, ainda, outra para as folhas de imagens.
Obviamente, é possível usar uma única impressora para tudo. Terminada a
impressão, ao clicar "fechar" (a janela de impressão), o programa
apresentará uma mensagem confirmando a configuração das impressoras para aquele
serviço. Da próxima vez o Scriba automaticamente usará a(s) impressora(s)
devidamente para cada tipo de impresso.
R: Na janela principal, no menu configuração/apresentação
existe a janela de configuração de laudo por serviço. Selecione o seu serviço
(provavelmente o único cadastrado) e selecione um laudo. Clique em
"configurar laudo para o serviço" e defina a configuração como você
quer. Determine as fontes dos títulos e dos tópicos, as cores, bordas, etc. Uma
vez configurado um modelo de laudo, este poderá servir de padrão para todos
demais, através da cópia de configuração.
R: Sim. Ao criar o tópico, escolha a opção
"vincular" ao invés de "copiar".
R: Sim. Tanto na criação/edição do modelo como na
redação do relatório é possível fazer a inserção de valores normais para
determinado tópico. Os valores normais podem ser alinhados por sexo e/ou peso,
idade, altura ou superfície corpórea.
R: Ao registrar os valores de referência (normais)
estipule a faixa limite de valores aceitáveis.
R: Ao editar o modelo de laudo, vá ao tópico e clique
no botão de edição. Na janela de edição do tópico possui uma moldura, à
direita, intitulada "normal", marque na opção ‘usar referência’,
escolha o sexo (ou ambos) e uma das referências apresentadas: nenhuma, peso,
idade, altura ou superfície corpórea. Observe que, em idade, há a opção de
determinar a precisão em dias, meses ou anos.
R: Sim. O Scriba permite a definição de impressoras
específicas para relatórios, imagens e etiquetas para cada serviço. Por
exemplo, para o serviço A designamos uma impressora para laudos (textos)
e outra impressora para imagens. No serviço B poderemos ter uma
configuração para laudos e outra para fotos utilizando a mesma impressora. Isto
é possível criando uma nova impressora (no painel de controle do Windows)
usando a mesma porta e o mesmo driver.
R: No Scriba SE (edição standard) isto pode ser feito
através da configuração do driver de captura (botões Display, formato, origem e
compressão na seção de configuração da janela de captura). Observe que estes
botões poderão estar habilitados ou não dependendo da sofisticação da placa de
captura e de seu driver.
R: Sim. A Probyte tem se preocupado em fazer
amostragens, estatisticamente significativas, com impressoras a jato de tinta
facilmente encontradas no mercado (Hewlet-Packard e Epson). Até o momento, a
maior amostragem obtida foi com uma impressora HP Deskjet 810C em um serviço de
ecocardiografia. Os resultados são os seguintes:
Configurado para imprimir 01 capa de identificação,
02 vias do laudo, 01 via de imagens. Cada imagem com 70 mm x 55 mm.
306 exames por 3 cartuchos pretos (21 ml) e 02
cartuchos de cor (19 ml).
Observar que existe uma diferença no consumo de
determinadas cores dependendo da especialidade médica. Por exemplo, ultra-som,
ecocardiografia e radiologia em geral, fazem uso exagerado do preto, enquanto
endoscopia e colono fazem do vermelho. A tecnologia atual, da maioria das
impressoras a jato de tinta, utiliza sobreposição maciça de cores, sendo grande
a proporção da cor vermelha na impressão do preto, e boa quantidade de amarelo
na impressão de vermelho.
R: O Scriba oferece dois mecanismos de controle de
custos:
1. Alerta de número máximo de imagens por exame (por
serviço)
2. Configuração de layout diferente para impressão de
fotos, quando o número destas exceder o limite sugerido.
Assim, pode ser imposto um limite de quatro fotos
impressas no formato de 70 x 55 em uma folha. Se o exame tiver mais de quatro
fotos o sistema usará o layout de 8 fotos de 50 x 35 mm em uma folha. Observe
que estes layouts são configuráveis pelo usuário. A área de impressão de
imagens, em milímetros quadrados, é apresentada na janela de configuração do
laudo x serviço.
R: Considerando o método tradicional utilizando
impressoras térmicas e/ou de transferência de cera (vídeo-printers) contra a
impressão com impressoras a jato de tinta podemos afirmar que:
Há uma enorme redução de
custo do investimento em equipamentos
Eliminação de desperdício pela possibilidade de
seleção das imagens após captura.
Eliminação do custo de montagem: mão de obra e
material para recorte e colagem das fotos.
Redução do custo por imagem (impressão para
apresentação).
Imprimindo 6 imagens em papel A4 Epson Premium com
uma impressora HP Deskjet 840c calcula-se uma redução de custos diretos de mais
de 90%; isto é, cada relatório custa menos de 10% do que custaria tirando-se 2
fotos a cores e 4 B&P em vídeo-printers.
Alguns preços (set/2000):
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Item |
Marca/ modelo |
Destaque |
Preço |
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Impressora a jato de tinta |
Epson
Stylus 900 |
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R$1.029,00 |
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Impressora a jato de tinta |
HP
DeskJet 970 cxi |
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R$1.999,00 |
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Impressora a jato de tinta |
Epson
Stylus 740 |
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R$359,00 |
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Impressora a jato de tinta |
Epson
Stylus 900 |
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R$499,00 |
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Impressora térmica (cera) a cores |
Sony
UP-51 MD |
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US$ 6.195,00 |
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Impressora térmica P&B |
Sony
UP895MD |
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R$2.350,00 |
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Papel (mídia) de impressão |
Epson SQ41114 |
100 fls, sem brilho, A4 |
R$37,00 |
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Filme termo sensível P&B |
Sony
UP110S |
1
rolo, 20 mts |
R$19,00 |
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Papel sulfite |
Offset (timbrado) 2x1 |
100 fls, A4 |
R$41,00 |
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Papel transferência de cera |
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Com kit cera |
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Cola |
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Tinta |
Cartucho preto HP810 |
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R$60,00 |
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Tinta |
Cartucho Cores HP810 |
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R$65,00 |
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R: No Scriba as listagens para edição e impressão são
filtradas por padrão pelo dia, serviço (se conectado) e CRM do executante. Você
pode fazer listagens filtrando por qualquer combinação dos seguintes dados: dia
de preparo da ficha (período de /até), status
(redigido/impresso/entregue/exportado), SAME (número do prontuário do
paciente), CRM do executante, CRM do referente, laudo (modelo), convenio e
serviço.
Desta forma, é possível selecionar e imprimir os
exames realizados em determinado serviço ou em determinado serviço para
controle do recebimento ou, então, verificar os exames de determinado paciente.
R: Na informática um dos maiores desafios é conseguir
se certificar da relação uniunívoca de uma pessoa com os registros (uma
entidade relacionada a um único registro). Nomes podem ser iguais (homônimos) e
a pessoa pode não ter um registro nacional como CPF. Outro problema é a
ortografia/fonética como, por exemplo,o a presença de acentuação, letras duplas
e trocas de grupos homofonéticos (x por ch) etc. Além da troca de sobrenome que
ocorre com as mulheres no casamento.
A Probyte desenvolveu uma sistemática que tem se
mostrado altamente eficiente: soletrar, pedir o mesmo tipo de documento às
pessoas, indexar por nome sobrenome e data de nascimento filtrar. Isto está bem
documentado em ‘Omni; cadastrando pessoas’.
R: Foi realizada uma pesquisa em dois serviços, um de
grande porte (450 exames/mês) e outro de pequeno porte (90 exames/mês).
O tempo médio de preparo no serviço maior foi de
02:24 (minutos:segundos) e no serviço menor foi de 00:55. O tempo de médio de
redação, em ambos serviços foi de 01:56. O tempo de impressão (HP Deskjet 810)
de 5 imagens variou de 01:17 a 02:36; e 3 vias de laudos formato A4 foi de
01:44 a 2:02.
O tempo de redação variou de 1:36 a 3:48 (ambos
serviços)
R: Não. A maioria dos centros diagnósticos no Brasil
ainda não está equipada com equipamentos compatíveis com DICOM. A Probyte
desenvolveu o Scriba com a capacidade de captura direta do sinal de vídeo de
saída presente na grande maioria dos equipamentos médicos por imagem. Este
sinal de vídeo pode ser composto (RGB), VHS ou S-VHS, NTSC ou PAL-M.
Certifique-se que a placa de captura seja compatível com o sinal gerado pelo
seu equipamento.
R: No menu\arquivos\serviços listar os serviços. No
menu fichas\editar entrar na janela de edição de serviço. Através do botão
'Omni' acessar a lista e pessoas jurídicas, em filtro clicar OK (em branco).
Apontar para o registro da pessoa jurídica proprietária da licença de
instalação, clicar OK. De volta na janela de edição do serviço, assinalar a
caixa de verificação ‘Serviço padrão’. Clique OK.
R: O kit básico do Scriba vem
como opcional, uma placa de captura de sinal de vídeo composto VHS/NTSC. Este
sinal é mais pobre que o S-VHS: há uma pequena infiltração das cores,
principalmente nos brancos. Algumas placas são capazes de captura de sinal de
vídeo composto S-VHS, também chamada de super-vídeo. Neste os sinais das cores
seguem em cabos distintos o que resulta em uma boa melhora. Existe uma
diferença entre o S-VHS e o RGB, que é o vídeo composto em sua forma básica,
não sendo o super vídeo.
Se o seu aparelho tiver saída de
S-VHS a Probyte pode providenciar uma placa para isto, com pequeno acréscimo.
R: Existem fundamentalmente dois
pontos de vista quanto à resolução: a resolução nominal (mensurável) e a
resolução aparente.
Embora sejam diretamente
proporcionais, a acuidade de percepção humana pode por vezes ser menos
favorável à uma resolução nominal mais alta: as aparências enganam.
Os fatores que mais se destacam
em importância em gerar resolução são:
O sinal gerado pelo equipamento
diagnóstico
O cabo que conecta o equipamento
diagnóstico ao computador.
A placa de captura
A resolução (em pixels) da imagem
capturada e da profundidade (gama de cores)
O redimensionamento e da
resolução da impressora
A qualidade do papel
Em testes realizados pela
Probyte, é possível uma boa resolução aparente em Ecocardiografia e
Ultra-sonografia com:
Sinal VHS, capturado em 320 x
240 RGB16/YUV422 enquadrado para 55 x 70 mm, impresso em papel 'Epson
high quality ink jet paper' com impressora HP 810c em modo de impressão normal
(600 x 600 dpi).
Em endoscopia e colonoscopia o
sinal capturado precisa de um enquadramento mais ‘quadrado’. A resolução do
aparelho varia demais: a imagem pode ser obtida por micro-câmaras ou ser
processada digitalmente pelo aparelho: A resolução de captura deve ser no
mínimo 2/3 da resolução nominal.
Impressão:
Pode-se imprimir em papel sulfite
(normal) perdendo um pouco o 'brilho' das cores, porém com custo bem mais
baixo.
O Scriba permite a configuração
de três impressoras por estrutura (modelo) por serviço: uma para impressão
textual (laudo, protocolo, atestado...), outra para etiquetas, e outra para
imagens. Isso possibilita a impressão simultânea
dos documentos textuais em impressora e mídia (papel) mais
baratos, e das imagens em impressora e mídia de melhor qualidade.
R: O ideal é se ter o micro ligado ao aparelho de exame. Assim o examinador pode ver a imagem, podendo decidir de manter/excluir a mesma no exame. Outro ponto à favor é a facilidade de ir tomando os dados conforme a execução do exame.
Não havendo a possibilidade
podemos utilizar o acionamento remoto de captura. Temos dois tipos de
acionamento remoto: com fio e sem fio. Porém a questão é de ordem funcional:
Como saber de que paciente/exame é a imagem capturada?
O Scriba permite a captura
'livre' ou 'vinculada'. Na captura livre as imagens são identificadas por
numero seqüencial além de data/hora/minuto/segundo; na captura vinculada as
imagens recebem alem dos identificadores da captura livre, um identificador do
exame/paciente.
Se, por um lado fazer a captura à
distância parece ser mais eficaz, por outro lado o examinador terá que
selecionar cautelosamente as imagens capturadas para ‘montar’ o laudo, o que se
torna pouco produtivo.
Sugerimos, portanto que se
trabalhe com o micro de forma a se poder ver o que se esta capturando. É
incomodo clicar ou teclar durante o exame. Foi para isso que criamos os
acionadores remotos, que podem ser colocados em região de fácil alcance durante
o exame.
Em geral a rotina é a seguinte:
A auxiliar 'prepara a ficha':
localizando ou cadastrando o paciente e deixa em posição de edição/captura de
imagens. Assim o médico pode iniciar o exame: os dados do paciente estão já à
disposição, incluindo exames anteriores.
Ao terminar o exame, o médico
digita os valores aferidos (AO, AE etc), digita os códigos das frases-padrão de
cada tópico (condição de exame, câmaras, Miocárdio etc.) podendo ver
on-line as frases e finalmente editar o texto resultante (se for necessário). O
sistema apresentará ao final em branco os valores dentro da faixa da
normalidade, em amarelo os 'anormais' e em vermelho os valores fora da
faixa de 'possíveis' (que podem ser todos configurados).
Ao finalizar basta clicar um
botão e o exame é impresso em layout, numero de cópias etc.
automaticamente.
O preparo da ficha pode ser feito
em outro micro (em rede), assim como a captura e a impressão.
Desta forma ganhasse em agilidade
e precisão: as imagens são daquele exame e aquele exame é daquele paciente.
Os aparelhos mais modernos podem
enviar tanto as imagens como o ‘laudo’ para outros equipamentos (impressoras,
computadores). Para que estes equipamentos se entendam foi desenvolvido um
padrão conhecido como DICOM (Digital Imaging and Communication in Medicine).
Este padrão define formatação e protocolos para transmissão, comunicação e
armazenamento de dados. Um equipamento pode ser compatível com DICOM no que
tange ao armazenamento e transmissão de imagens, mas não obrigatoriamente à
estruturação dos dados. O Scriba é um sistema que trabalha com os dados de modo
totalmente estruturados em conformidade com o padrão DICOM.
Com o Scriba existe integração de
várias especialidades (Ultra-som, Ecocardiografia, Endoscopia, Colono)
independente dos equipamentos com custo infinitamente menor do sistema
(software) e do equipamento (hardware). Somente este aspecto pode representar
economia de investimentos maiores que US$ 30.000